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Novas tendências de consumo com o Pós-pandemia

Os hábitos das pessoas mudaram drasticamente por conta da pandemia, fazendo com que precisássemos nos adequar a uma série de restrições. Quando se fala na forma de consumir produtos e serviços não foi diferente. Os mais diversos segmentos tiveram que se adaptar por um longo período por conta da pandemia a ponto de mudanças temporárias se tornarem efetivas. Por isso, neste atual momento começa a surgir o questionamento: quais a novas tendências de consumo com o pós-pandemia?

No Brasil, como já dito aqui no blog, o primeiro grande padrão percebido foi a queda no número de vendas presenciais e o crescimento de 56,8% no faturamento de vendas por e-commerce, dado do Movimento Compre&Confie em parceria com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Esta é uma tendência que deve se manter para o futuro, visto que vários setores já se adaptaram para atender seus clientes de forma remota, como é o caso da educação, com transmissão de aulas ao vivo, o lazer, através lives de artistas, e também, o home office, modelo de trabalho em casa que veio para ficar. 

Outra importante tendência a se levar em conta é o consumo responsável e consciente, já que fatores como o financeiro fizeram com que as prioridades mudassem, colocando itens de necessidades básicas a frente e só depois, considerassem compras mais supérfluas, seguido do consumo sustentável, colocando à tona a relação de consumo responsável com sustentabilidade ambiental. Estes são apenas alguns dos pontos que fizeram dos consumidores ainda mais críticos na hora de adquirir um produto ou serviço. Para Corazza, professor da IBE conveniada à FGV, a marca que consegue escutar os problemas do seu consumidor e resolvê-los, consegue torná-los embaixadores fiéis.

Somado a isso, há outras tendências que valem a pena ter no radar:

 

  • E-commerces e comunicação digital continuam crescendo: se você faz parte, busque sempre melhorar suas estratégias. Se não faz, questione-se sobre o porquê. Uma oportunidade de alavancar o seu negócio pode estar sendo perdida.
  • Marca com propósito. Qual a sua? Não importa o seu segmento ou o que você faz. O propósito alinhado da sua marca, pode manter clientes e conquistar novos, e a pandemia reforçou isso.
  • Nem sempre é sobre preço. Valor e preço são termos parecidos, mas com propostas completamente diferentes. O preço importa, mas o valor de uma marca e o que ela faz para o mundo também tem igual ou maior relevância e clientes abraçam isto.

 

Nesse momento, é imprescindível para qualquer organização entender o perfil dos seus clientes e conseguir se adaptar às mudanças de mercado. Parece básico, mas isto pode ser o diferencial entre estagnar, ou mesmo perder chances de venda, e conseguir crescer o seu negócio de forma exponencial. Portanto, estude seu mercado, seus clientes e trace a melhor 

estratégia para conseguir atender às novas demandas dos consumidores. Afinal, cada cliente é único e principal responsável por manter o fluxo do seu negócio ativo.

Quer conhecer mais sobre clientes do seu projeto, principalmente no Brasil e na América Latina? Fale com a gente. Temos as ferramentas certas para catalisar as suas estratégias.

 

Covid-19: Brasileiros Pagariam por vacina?

Nesse momento, o mundo está numa verdadeira corrida para a produção da vacina contra o Coronavírus. Diversas são a frentes que estão realizando estudos e testes para que esse objetivo seja alcançado com segurança. Como exemplo, temos a vacina desenvolvida pela a universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além dessa, outra também já está em fase final de teste, a vacina chinesa Sinovack Biotec que conta com a ajuda do instituto Butantan no Brasil. 

Segundo pesquisas, podemos dizer que estamos relativamente próximos da produção de uma vacina segura. O Instituto Ipsos realizou o estudo “Global Attitudes on a COVID-19 Vaccine”, com 27 países para o Fórum econômico mundial. Esse trabalho mostrou que a média global de pessoas que estariam dispostas a se imunizar é de 74%. O Brasil se posicionou nesse ranking em 2º lugar, junto com a Austrália, países nos quais 88% da população se mostrou disposta a tomar a vacina contra o Coronavírus.

A HSR Health também realizou uma pesquisa no Brasil, buscando entender o comportamento da população em relação da distribuição da imunização. Ao todo, foram entrevistadas 1509 pessoas, de todos os estados na faixa etária de 18 a 65 anos. O estudo mostrou que 67% preferem esperar o cronograma de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde – serviço público e gratuito no Brasil) e apenas 33% buscaria o acesso imediato em uma rede privada. Porém, em paralelo, apenas 38% dos entrevistados, acreditam que o SUS esteja preparado para atender a toda população, enquanto 64% enxergam as clínicas privadas como mais capazes. 

Mas temos a pergunta: o brasileiro pagaria por uma vacina contra a COVID-19? Essa mesma pesquisa mostra que sim! 80% da população não descarta a ideia de pagar entre R$50 a R$99 pela imunização. Dado muito interessante para cogitar desde já frentes de acesso e consumo. Todavia, para Bruno Mattos, diretor da HSR Health, por questão de hábito a procura por acesso à vacina no SUS, seria de 2/3 da população e apenas cerca de 33% de fato pagariam. Ainda assim, é de grande valia considerarmos a porcentagem de possíveis consumidores pagantes da vacina. Uma parcela significativa de mercado consumidor, neste momento, pode ser grande valia na hora de efetivar campanhas de promoção ao medicamento no país. 

Quando se trata em pesquisa no Brasil, sabia que nós da ABMR somos expert no segmento de pesquisas em Saúde? Mais de 50% de nossa carteira de clientes hoje são desse segmento. Isso significa que precisão de resultados, como conhecer no detalhe quem e onde estão os possíveis mercados consumidores no Brasil é uma realidade possível e tangível para nós. Por isso, se o seu projeto é nesta área, fale com a gente clicando aqui

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