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Quais os impactos das Eleições Americanas entre os negócios do Brasil e EUA?

Os EUA é uns dos principais parceiros comerciais do Brasil hoje, ficando atrás apenas da China. Num novo cenário político de uma das maiores potências globais, surge a dúvida de quais serão os impactos para as relações comerciais com o Brasil.

Na última década, a relação comercial entre ambos os países se manteve estável, dados da Balança Comercial mostram que foram comercializados entre R$50 e R$60 bilhões a cada ano durante esse período, tendo seu ápice em 2014, quando foi comercializado R$62 bilhões. Especialistas afirmam que independente do resultado das eleições, no curto prazo não deve haver muitos impactos na relação entre os parceiros comerciais, visto que esse fluxo é mais influenciado pela diversificação e competitividade na exportação do que na linha política em si. 

Antes de considerarmos os impactos que as eleições podem causar, é necessário que EUA consiga se recuperar da crise causada pela pandemia, para que assim, se tenha base para aumentar o número de negócios entre os países. Em 2020, de janeiro a setembro, os dois países comercializam apenas R$33,4 bilhões, 25% a menos que o mesmo período em 2019. Segundo a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) a balança só foi tão baixa assim durante a crise internacional 2009. 

Abrão Neto, vice-presidente da Amcham Brasil, acredita que com a eleição de Joe Biden, temas ambientais e de direitos sociais devem ganhar muito mais relevância no mundo, inclusive no que concerne às pautas comerciais. Isto pode ser um ponto de atenção, visto que o Brasil enfrenta grande pressão de empresários e investidores estrangeiros na consolidação de políticas mais rígidas para mitigar os impactos ambientais causados pelo desmatamento, por exemplo.

Covid-19: Brasileiros Pagariam por vacina?

Nesse momento, o mundo está numa verdadeira corrida para a produção da vacina contra o Coronavírus. Diversas são a frentes que estão realizando estudos e testes para que esse objetivo seja alcançado com segurança. Como exemplo, temos a vacina desenvolvida pela a universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além dessa, outra também já está em fase final de teste, a vacina chinesa Sinovack Biotec que conta com a ajuda do instituto Butantan no Brasil. 

Segundo pesquisas, podemos dizer que estamos relativamente próximos da produção de uma vacina segura. O Instituto Ipsos realizou o estudo “Global Attitudes on a COVID-19 Vaccine”, com 27 países para o Fórum econômico mundial. Esse trabalho mostrou que a média global de pessoas que estariam dispostas a se imunizar é de 74%. O Brasil se posicionou nesse ranking em 2º lugar, junto com a Austrália, países nos quais 88% da população se mostrou disposta a tomar a vacina contra o Coronavírus.

A HSR Health também realizou uma pesquisa no Brasil, buscando entender o comportamento da população em relação da distribuição da imunização. Ao todo, foram entrevistadas 1509 pessoas, de todos os estados na faixa etária de 18 a 65 anos. O estudo mostrou que 67% preferem esperar o cronograma de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde – serviço público e gratuito no Brasil) e apenas 33% buscaria o acesso imediato em uma rede privada. Porém, em paralelo, apenas 38% dos entrevistados, acreditam que o SUS esteja preparado para atender a toda população, enquanto 64% enxergam as clínicas privadas como mais capazes. 

Mas temos a pergunta: o brasileiro pagaria por uma vacina contra a COVID-19? Essa mesma pesquisa mostra que sim! 80% da população não descarta a ideia de pagar entre R$50 a R$99 pela imunização. Dado muito interessante para cogitar desde já frentes de acesso e consumo. Todavia, para Bruno Mattos, diretor da HSR Health, por questão de hábito a procura por acesso à vacina no SUS, seria de 2/3 da população e apenas cerca de 33% de fato pagariam. Ainda assim, é de grande valia considerarmos a porcentagem de possíveis consumidores pagantes da vacina. Uma parcela significativa de mercado consumidor, neste momento, pode ser grande valia na hora de efetivar campanhas de promoção ao medicamento no país. 

Quando se trata em pesquisa no Brasil, sabia que nós da ABMR somos expert no segmento de pesquisas em Saúde? Mais de 50% de nossa carteira de clientes hoje são desse segmento. Isso significa que precisão de resultados, como conhecer no detalhe quem e onde estão os possíveis mercados consumidores no Brasil é uma realidade possível e tangível para nós. Por isso, se o seu projeto é nesta área, fale com a gente clicando aqui

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Política: o poder da propaganda na hora do voto

Quando se fala em Eleições, a Propaganda é uma das primeiras coisas que vem à mente.

Atualmente utiliza-se fortemente não só a mídia convencional, como a TV, o jornal, o impresso e afins, mas também as redes sociais, usada como principal plataforma para propagar ideias partidárias para atrair potenciais eleitores. Independente dos meios de comunicação, a finalidade é sempre a mesma: poder  influenciar pessoas na tomada de decisão de voto.

As técnicas de persuasão estão cada vez mais refinadas, visto que pensa-se no perfil do eleitorado, na melhor linguagem para dialogar com o possível eleitor, e dado o crescente avanço das novas tecnologias, a internet passou a ser fundamental para alcançar grandes públicos por meio de segmentações precisas de interesses em comum, afinal, ter informações ricas dos eleitores, aliados a uma boa campanha política, são apenas algumas das ferramentas-chave para que seu alcance o resultado de sucesso visto onde mais importa, nas urnas.

Assim como campanhas políticas precisam ser bem elaboradas e disparadas nos canais certos, ter um termômetro prévio com informações de potenciais eleitores e suas intenções de voto podem ser fatores determinantes, para saber se a estratégia de campanha está indo bem ou se precisa melhorar para alcançar a tão sonhada aprovação.

Pensando em momentos tão importantes como este, nós da ABMR trabalhamos com uma valiosa ferramenta pensada na trajetória de sucesso de sua campanha. Se você mora no Brasil, faz parte do universo político, e quer saber mais sobre o seu potencial eleitorado por meio de pesquisas com informações ricas e seguras, com coleta de dados, tendências de voto e afins, a URA Reversa – Unidade de Resposta Audível, pode ser a chave para o sucesso de sua campanha.

Afinal, ter em mãos informações dos potenciais eleitores distribuindo-os por idade, sexo e região, podem ajudar a conhecer, alcançar, entender suas necessidades. É partir disso que você, membro de campanha política, poderá se preparar para estruturar estratégias sólidas e mais assertivas e assim, atrair as pessoas certas para o seu objetivo.

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