Habilidades profissionais para 2021: o que você precisa saber

Com a chegada de um novo ano, muitos profissionais habitualmente se questionam: quais serão os novos desafios? A pandemia acelerou muitas mudanças que especialistas previam para o futuro, tanto para empresas como para os colaboradores. Ambos tiveram que se adaptar a novos modelos e rotinas de trabalho que tendem a se manter com o pós-pandemia.

A inclusão da tecnologia no dia a dia aumentou drasticamente devido a quarentena, permitindo que processos e trabalhos pudessem ser automatizados, assim como possibilitou que as pessoas pudessem exercer suas funções direto das suas casas, introduzindo a necessidade de desenvolver habilidades que serão importantes para todos os profissionais nos próximos anos.

Nesse novo cenário, habilidades como o autogerenciamento, criatividade, capacidade de resolver problemas, flexibilidade e inteligência emocional se tornaram muito importantes, pois qualificam os colaboradores para futuros desafios.

Aprofundaremos essas skills para você entender se precisa desenvolver alguma delas:

  1. Autogerenciamento – É a capacidade de organizar uma rotina para entregar tarefas, cumprir metas e objetivos, sem ter uma supervisão tão forte como em um trabalho presencial. Se organizar sem a necessidade de ameaças e punições.
  2. Criatividade – Conseguir desenvolver novos processos, resolver problemas de forma diferente são benefícios muito bem avaliados em profissionais criativos, portanto é importante expandir a sua base de conhecimento para que conexões diferentes e novas possibilidades possam surgir.
  3. Resolução de problemas – Não focar no problema, mas em como resolvê-los é uma habilidade importante, portanto, se aprofundar mais sobre o negócio da empresa e estudar bastante é um caminho interessante para desenvolver soluções que podem nem existir ainda.
  4. Flexibilidade – Vivemos um momento de constante mudanças, por conta disso ser flexível e conseguir se adaptar a novidades ganha importância, inclusive no cenário de tecnologia que está sempre em atualização.
  5. Inteligência emocional – Entender os sentimentos e saber lidar com eles, se torna um grande diferencial, fazendo os profissionais mais resilientes e tolerantes ao estresse.

Disto isso, é fundamental fazer uma autoanálise para entender quais capacidades ainda precisam ser trabalhadas para poder encarar o novo mercado de trabalho com mais fluidez.

 

5G e suas possibilidades

O próximo passo da evolução da internet está chegando com tudo através do 5G, a quinta geração da rede de internet móvel. Prometendo ser cerca de 50 a 100 vezes mais rápida que sua antecessora 4G, muitas possibilidades de negócio se tornarão possíveis e é importante se manter atualizado para sobreviver nessa nova realidade.  

A tendência que ganhará ainda mais força com essa nova tecnologia é o avanço da “Internet das coisas” que possibilitará maior conectividade entre os objetos, sendo possível, por exemplo, que a sua geladeira consiga programar a compra de itens que estão acabando. Os exemplos são inúmeros, como o desenvolvimento de sistema de segurança no trânsito e cirurgias remotas, feitas por robôs controlados por médicos que estão do outro lado do mundo.

Torna-se ainda mais real os carros autônomos que poderão evoluir com o 5G, visto que o tempo de latência será de 5ms (milissegundos) em comparação ao 4G que é de 30ms, fazendo que o tempo de resposta para evitar acidentes seja ainda menor, tema que os torna uma solução ainda tão polêmica. 

No Brasil, os estudos sobre a implementação da rede já estão bem avançados, mas devido a pandemia o leilão para a compra das novas frequências de telecomunicações foi adiada para 2021. O país inclusive fechou acordo com os Estado Unidos, que prevê investimentos de cerca de US$1 bilhão, para o desenvolvimento de negócios nas áreas de energia (nuclear, gás e óleo), infraestrutura, logística, mineração e telecomunicações, incluindo a estrutura da rede de internet móvel 5G, alvo de constantes disputas entre EUA e China.

Gostou das possibilidades que a rede 5G vai poder proporcionar? Que tal já pensar em como a sua organização poderá se beneficiar dessa evolução? Em pouquíssimo tempo as empresas que melhor se adaptarem à novidade terão uma enorme vantagem competitiva, afinal, terão muito mais oportunidades de negócios.

Quais os impactos das Eleições Americanas entre os negócios do Brasil e EUA?

Os EUA é uns dos principais parceiros comerciais do Brasil hoje, ficando atrás apenas da China. Num novo cenário político de uma das maiores potências globais, surge a dúvida de quais serão os impactos para as relações comerciais com o Brasil.

Na última década, a relação comercial entre ambos os países se manteve estável, dados da Balança Comercial mostram que foram comercializados entre R$50 e R$60 bilhões a cada ano durante esse período, tendo seu ápice em 2014, quando foi comercializado R$62 bilhões. Especialistas afirmam que independente do resultado das eleições, no curto prazo não deve haver muitos impactos na relação entre os parceiros comerciais, visto que esse fluxo é mais influenciado pela diversificação e competitividade na exportação do que na linha política em si. 

Antes de considerarmos os impactos que as eleições podem causar, é necessário que EUA consiga se recuperar da crise causada pela pandemia, para que assim, se tenha base para aumentar o número de negócios entre os países. Em 2020, de janeiro a setembro, os dois países comercializam apenas R$33,4 bilhões, 25% a menos que o mesmo período em 2019. Segundo a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) a balança só foi tão baixa assim durante a crise internacional 2009. 

Abrão Neto, vice-presidente da Amcham Brasil, acredita que com a eleição de Joe Biden, temas ambientais e de direitos sociais devem ganhar muito mais relevância no mundo, inclusive no que concerne às pautas comerciais. Isto pode ser um ponto de atenção, visto que o Brasil enfrenta grande pressão de empresários e investidores estrangeiros na consolidação de políticas mais rígidas para mitigar os impactos ambientais causados pelo desmatamento, por exemplo.

Inteligência Artificial na Pesquisa de Mercado: fique por dentro!

Que estamos vivendo uma Revolução Tecnológica já é um fato. A cada dia, nos são apresentadas novidades que nos ajudam (e muito) no dia a dia. Dentro desse contexto, a inteligência artificial (AI), considerada um dos principais adventos da 4º Revolução Industrial, está cada vez mais presente na nossa rotina de Pesquisas: desde as URA, tecnologia utilizada dentro de sistemas de atendimento, incluindo nós aqui da ABMR, até mesmo a criação de robôs que conseguem se comunicar nas redes como nós humanos (BOTS). 

Aqui no Brasil, a Universidade de São Paulo em conjunto com a empresa IBM, estão abrindo um Centro de Pesquisa focado em desenvolver soluções utilizando a AI. O C4AI, abreviação do nome do Centro, tem como objetivo trabalhar em 5 principais frentes: 1. Ciclos produtivos no agronegócio; 2. Pesquisa sobre a costa marinha brasileira; 3. Novos métodos de diagnóstico; 4. Políticas Públicas; 5. Criação de banco de dados e treinamentos de sistema de diálogo em português. Podemos perceber que essa nova tendência está começando a permear áreas que antes não se imaginava, e isso nos traz perspectivas muito interessantes sobre a criação de soluções bem mais eficazes de Pesquisa em diversos aspectos como a saúde, o lazer e a ciência. 

Uma área que está se beneficiando bastante da utilização da AI são as Pesquisas de Mercado e Científicas, pois essas tecnologias auxiliam na análise em grande volume de dados qualitativos, ajudando a determinar se essas informações são significativas, ou não, para representar um grupo ou população. Antes era possível entender que havia um sentimento em relação a um produto, serviço, problema etc. Com a utilização da IA, somos capazes de entender as motivações por trás dos sentimentos com dados precisos e diga-se de passagem, bastante valiosos.

Essas inovações tendem a nos ajudar ainda mais num futuro muito próximo, pois há inúmeras formas de aplicar esta “nova tecnologia” em áreas que nos impactam direta ou indiretamente. Cabe às organizações começarem se adaptar, buscando inovações e descobrindo a melhor forma de aproveitar tendências que favoreçam o seu negócio e, principalmente, os resultados mais apurados para os projetos de clientes.

E você: já está preparado para fazer parte desta transformação?

A famigerada frase: “Bem vindo ao futuro” cada vez mais faz sentido.

Novas tendências de consumo com o Pós-pandemia

Os hábitos das pessoas mudaram drasticamente por conta da pandemia, fazendo com que precisássemos nos adequar a uma série de restrições. Quando se fala na forma de consumir produtos e serviços não foi diferente. Os mais diversos segmentos tiveram que se adaptar por um longo período por conta da pandemia a ponto de mudanças temporárias se tornarem efetivas. Por isso, neste atual momento começa a surgir o questionamento: quais a novas tendências de consumo com o pós-pandemia?

No Brasil, como já dito aqui no blog, o primeiro grande padrão percebido foi a queda no número de vendas presenciais e o crescimento de 56,8% no faturamento de vendas por e-commerce, dado do Movimento Compre&Confie em parceria com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Esta é uma tendência que deve se manter para o futuro, visto que vários setores já se adaptaram para atender seus clientes de forma remota, como é o caso da educação, com transmissão de aulas ao vivo, o lazer, através lives de artistas, e também, o home office, modelo de trabalho em casa que veio para ficar. 

Outra importante tendência a se levar em conta é o consumo responsável e consciente, já que fatores como o financeiro fizeram com que as prioridades mudassem, colocando itens de necessidades básicas a frente e só depois, considerassem compras mais supérfluas, seguido do consumo sustentável, colocando à tona a relação de consumo responsável com sustentabilidade ambiental. Estes são apenas alguns dos pontos que fizeram dos consumidores ainda mais críticos na hora de adquirir um produto ou serviço. Para Corazza, professor da IBE conveniada à FGV, a marca que consegue escutar os problemas do seu consumidor e resolvê-los, consegue torná-los embaixadores fiéis.

Somado a isso, há outras tendências que valem a pena ter no radar:

 

  • E-commerces e comunicação digital continuam crescendo: se você faz parte, busque sempre melhorar suas estratégias. Se não faz, questione-se sobre o porquê. Uma oportunidade de alavancar o seu negócio pode estar sendo perdida.
  • Marca com propósito. Qual a sua? Não importa o seu segmento ou o que você faz. O propósito alinhado da sua marca, pode manter clientes e conquistar novos, e a pandemia reforçou isso.
  • Nem sempre é sobre preço. Valor e preço são termos parecidos, mas com propostas completamente diferentes. O preço importa, mas o valor de uma marca e o que ela faz para o mundo também tem igual ou maior relevância e clientes abraçam isto.

 

Nesse momento, é imprescindível para qualquer organização entender o perfil dos seus clientes e conseguir se adaptar às mudanças de mercado. Parece básico, mas isto pode ser o diferencial entre estagnar, ou mesmo perder chances de venda, e conseguir crescer o seu negócio de forma exponencial. Portanto, estude seu mercado, seus clientes e trace a melhor 

estratégia para conseguir atender às novas demandas dos consumidores. Afinal, cada cliente é único e principal responsável por manter o fluxo do seu negócio ativo.

Quer conhecer mais sobre clientes do seu projeto, principalmente no Brasil e na América Latina? Fale com a gente. Temos as ferramentas certas para catalisar as suas estratégias.

 

Covid-19: Brasileiros Pagariam por vacina?

Nesse momento, o mundo está numa verdadeira corrida para a produção da vacina contra o Coronavírus. Diversas são a frentes que estão realizando estudos e testes para que esse objetivo seja alcançado com segurança. Como exemplo, temos a vacina desenvolvida pela a universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além dessa, outra também já está em fase final de teste, a vacina chinesa Sinovack Biotec que conta com a ajuda do instituto Butantan no Brasil. 

Segundo pesquisas, podemos dizer que estamos relativamente próximos da produção de uma vacina segura. O Instituto Ipsos realizou o estudo “Global Attitudes on a COVID-19 Vaccine”, com 27 países para o Fórum econômico mundial. Esse trabalho mostrou que a média global de pessoas que estariam dispostas a se imunizar é de 74%. O Brasil se posicionou nesse ranking em 2º lugar, junto com a Austrália, países nos quais 88% da população se mostrou disposta a tomar a vacina contra o Coronavírus.

A HSR Health também realizou uma pesquisa no Brasil, buscando entender o comportamento da população em relação da distribuição da imunização. Ao todo, foram entrevistadas 1509 pessoas, de todos os estados na faixa etária de 18 a 65 anos. O estudo mostrou que 67% preferem esperar o cronograma de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde – serviço público e gratuito no Brasil) e apenas 33% buscaria o acesso imediato em uma rede privada. Porém, em paralelo, apenas 38% dos entrevistados, acreditam que o SUS esteja preparado para atender a toda população, enquanto 64% enxergam as clínicas privadas como mais capazes. 

Mas temos a pergunta: o brasileiro pagaria por uma vacina contra a COVID-19? Essa mesma pesquisa mostra que sim! 80% da população não descarta a ideia de pagar entre R$50 a R$99 pela imunização. Dado muito interessante para cogitar desde já frentes de acesso e consumo. Todavia, para Bruno Mattos, diretor da HSR Health, por questão de hábito a procura por acesso à vacina no SUS, seria de 2/3 da população e apenas cerca de 33% de fato pagariam. Ainda assim, é de grande valia considerarmos a porcentagem de possíveis consumidores pagantes da vacina. Uma parcela significativa de mercado consumidor, neste momento, pode ser grande valia na hora de efetivar campanhas de promoção ao medicamento no país. 

Quando se trata em pesquisa no Brasil, sabia que nós da ABMR somos expert no segmento de pesquisas em Saúde? Mais de 50% de nossa carteira de clientes hoje são desse segmento. Isso significa que precisão de resultados, como conhecer no detalhe quem e onde estão os possíveis mercados consumidores no Brasil é uma realidade possível e tangível para nós. Por isso, se o seu projeto é nesta área, fale com a gente clicando aqui

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Criatividade não é só coisa para criativo

É normal ouvirmos em nosso dia a dia que criatividade é um dom para poucos, como se fosse uma característica específica de artistas ou que as pessoas nascem com ou sem ela. Porém a realidade não é bem essa: ser criativo depende do quanto você trabalha para desenvolver essa habilidade e a prática é o que importa. 

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Harvard, a criatividade é, em 85% dos casos, uma competência aprendida. Algumas pessoas possuem maior facilidade em desenvolvê-las, outras já precisam se esforçar um pouco mais.

A rotina é um dos principais fatores que atrapalham o desenvolvimento dessa habilidade, visto que diariamente seguimos os mesmos passos e dificilmente aprendemos algo novo. A criatividade emerge a partir das suas experiências, portanto, quanto maior a sua bagagem de vivências e conhecimento, mais facilmente você conseguirá pensar de forma diferente. 

Há algumas dicas que podem ajudar a desenvolver a criatividade no dia a dia. A primeira delas é buscar fugir da rotina, fazer o que fazemos diariamente, de uma outra forma, como por exemplo, pegar um caminho diferente para o trabalho, ler um livro diferente dos que costumamos ler, estudar assuntos que geram alguma curiosidade. Essas ações bem simples, irão aumentar o nosso repertório e isso permitirá que nova conexões sejam feitas, nos ajudando a enxergar soluções e perspectivas que antes não eram possíveis.

Somado a isso, o estado emocional também é algo que pode influenciar em nossa capacidade criativa. A Teoria Broaden and build, desenvolvida pela Dra. Barbara Fredrickson, da Universidade da Carolina do Norte, fala que pessoas que cultivam emoções positivas são capazes de ampliar o seu repertório mental e isso influencia diretamente em pensamentos mais criativos. Portanto, é importante manter-se descansado e buscar manter a saúde mental.

Por fim, permitir-se errar é mais uma dica de grande valia. Começar a enxergar os erros como possibilidade de aprendizado é uma postura que nos permite experienciar muito mais possibilidades, portanto, isto aumenta nosso repertório e futuramente esse novo conhecimento nos ajudará a propor soluções criativas.

Fica claro que a criatividade é uma habilidade que qualquer pessoa pode desenvolver, depende apenas do nível de esforço empregado nessa jornada. Curiosidade pode a ser a palavra que vai nos fazer buscar coisas novas para compor nossa bagagem e assim nos fazer pensar de forma criativa. 

Já pensou em como você pode empregar a criatividade para inovar em sua produtividade no trabalho, na vida pessoal, nos seus relacionamentos e nos seus projetos paralelos, transformando momentos comuns em uma experiência gratificante e inovadora? Reflita para, de fato, fazer algo na sua jornada.

Política: o poder da propaganda na hora do voto

Quando se fala em Eleições, a Propaganda é uma das primeiras coisas que vem à mente.

Atualmente utiliza-se fortemente não só a mídia convencional, como a TV, o jornal, o impresso e afins, mas também as redes sociais, usada como principal plataforma para propagar ideias partidárias para atrair potenciais eleitores. Independente dos meios de comunicação, a finalidade é sempre a mesma: poder  influenciar pessoas na tomada de decisão de voto.

As técnicas de persuasão estão cada vez mais refinadas, visto que pensa-se no perfil do eleitorado, na melhor linguagem para dialogar com o possível eleitor, e dado o crescente avanço das novas tecnologias, a internet passou a ser fundamental para alcançar grandes públicos por meio de segmentações precisas de interesses em comum, afinal, ter informações ricas dos eleitores, aliados a uma boa campanha política, são apenas algumas das ferramentas-chave para que seu alcance o resultado de sucesso visto onde mais importa, nas urnas.

Assim como campanhas políticas precisam ser bem elaboradas e disparadas nos canais certos, ter um termômetro prévio com informações de potenciais eleitores e suas intenções de voto podem ser fatores determinantes, para saber se a estratégia de campanha está indo bem ou se precisa melhorar para alcançar a tão sonhada aprovação.

Pensando em momentos tão importantes como este, nós da ABMR trabalhamos com uma valiosa ferramenta pensada na trajetória de sucesso de sua campanha. Se você mora no Brasil, faz parte do universo político, e quer saber mais sobre o seu potencial eleitorado por meio de pesquisas com informações ricas e seguras, com coleta de dados, tendências de voto e afins, a URA Reversa – Unidade de Resposta Audível, pode ser a chave para o sucesso de sua campanha.

Afinal, ter em mãos informações dos potenciais eleitores distribuindo-os por idade, sexo e região, podem ajudar a conhecer, alcançar, entender suas necessidades. É partir disso que você, membro de campanha política, poderá se preparar para estruturar estratégias sólidas e mais assertivas e assim, atrair as pessoas certas para o seu objetivo.

Quer saber mais sobre o URA Reversa e como essa ferramenta de pesquisa pode catalisar seus resultados nas urnas? Fale conosco, sem compromisso. Nossos canais estão abertos para você.

Gamificação nas organizações: fique por dentro dessa tendência

Em busca de melhorar a produtividade e engajamento das equipes de trabalho, as organizações estão sempre na busca de novas estratégias e metodologias que tragam bons resultados tanto para si, como para os funcionários. É nesta realidade que surge a gamificação, que consiste em misturar elementos dos jogos em outros contextos, como a rotina de trabalho, através de metas, desafios, competição e recompensas.

Diversos são os benefícios observados para a aplicação dessa metodologia, dentre elas podemos citar: engajamento, melhoria de produtividade, competição e cooperação entre os colaboradores. Segundo Daniéli Closs, do blog Endomarketing.tv, a técnica pode gerar mudanças positivas no comportamento dos funcionários, como persistências para alcançar as metas estabelecidas; otimismo de que será possível chegar aos resultados e receber a recompensa. E sentimento de equipe, pois para superar alguns desafios é necessário contar com todo o time.

Muitas estratégias de gamificação estão baseadas em estabelecer metas, que são como as fases de um jogo, onde para cada uma que é alcançada, há um benefício para o colaborador. Um exemplo bem simples, é montar um grid de corrida na parede da sala e dedicar um “veículo” para cada vendedor e à medida que eles realizam as vendas, o carrinho anda um pouco até que chegue na linha chegada, representada pela meta final. E assim como qualquer corrida é necessário ter um “troféu” ao alcançar os resultados esperados.

Há ainda, organizações que vão além, utilizando a gamificação não só para a equipe, mas também com os clientes, buscando melhorar o engajamento coma marca, assim como as vendas. Em exemplo disso é o Burger King, que no período da pandemia, buscando fazer com que as pessoas mantivessem a quarentena, criou uma ação muito interessante no Brasil. Os usuários do aplicativo deveriam ficar em casa, mantendo a localização do seu smartphone ativa, e assim, quanto mais tempo obedecendo ao isolamento social, mais recompensas os usuários poderiam desbloquear gratuitamente em produtos, como batata frita, hambúrgueres e sorvete.

Olhando para o mercado, fica claro que a gamificação pode trazer ótimos resultados desde que seja implementada da forma correta, com metas alcançáveis e prêmios que motivem o time a buscá-los. As maiores empresas do mundo como Google, Nike, Starbucks e Microsoft fazem uso de estratégias baseadas em jogos, dessa forma conseguem alcançar objetivos para a companhia e com clientes. Vale a pena estudar sobre, se engajar na criatividade para entender como aplicá-la dentro da realidade da sua empresa.

Crescimento do E-Commerce no Brasil durante a quarentena

O comportamento de consumo no mundo inteiro mudou devido aos efeitos da pandemia. Lojas fechadas e consumidores em quarentena, fizeram com que o E-Commerce se tornasse a forma mais segura de comprar produtos ou consumir alguns serviços sem precisar sair de casa. 

No Brasil, o mês de março foi quando os números do setor começaram a crescer, momento no qual a população passou a ficar de quarentena em suas residências para evitar a contaminação pelo Coronavírus. De acordo com o Fisco, esse crescimento foi de 20% se comparado com o mesmo período de 2019, e seguindo essa tendência, os meses posteriores também apresentaram crescimento bastante relevante, 17% em abril, 37% em maio e 73% em junho. 

Outro estudo realizado pela Conversion Consultoria, mostra que somente em maio, os principais sites de venda eletrônica do Brasil tiveram mais de 1 bilhão de visitas e os setores que mais cresceram no E-Commerce foram:

 

 

O setor que apresentou queda neste estudo foi, como se pode esperar, o de turismo, com 79,41% de queda em relação ao mesmo período de 2019. 

A SEMrush, líder mundial em marketing digital, realizou um levantamento dos sites mais acessados do Brasil e montou um ranking com os 12 que mais cresceram dentro do período de 1º janeiro até 30 de abril, e resultado foi o seguinte:

  • 1 – Amazon.com.br – 56,5%
  • 2 – Magazineluiza.com.br – 50,5%
  • 3 – Mercadolivre.com – 48%
  • 4 – Extra.com.br – 44,7%
  • 5 – Marisa.com.br – 42,6%
  • 6 – Dafiti.com.br – 38,7%
  • 7 – Americanas.com – 37,8%
  • 8 – Natura.com.br – 36%
  • 9 – Elo7.com.br – 35%
  • 10 – Submarino.com.br – 34,4%
  • 11 – Lojasrenner.com.br – 22,9%
  • 12 – Boticário.com.br – 21,7%

Apesar do comércio eletrônico ter crescido, é interessante observar que o comportamento de compra está diferente, pois o ticket médio por compra caiu em relação ao ano passado, com queda de cerca de 6%, o que representa um valor de aproximadamente R$395,80. No Brasil, os consumidores estão mais cautelosos e fazendo compras mais recorrentes de itens do dia a dia, em vez de compras de bens mais duráveis e de maior ticket.

Sendo hoje uma das únicas formas de comercialização de produtos, o E-Commerce tende a continuar crescendo, visto que cada vez mais empresas começam a vender online, assim como os consumidores criaram mais confiança e passaram a realizar compras pela internet. A pandemia continua a criar novos padrões que influenciam diretamente em como o mercado irá funcionar após o coronavírus.