Mercado Gamer: o que você precisa saber

Durante a pandemia muitos setores da economia foram atingidos, porém o mercado de games nadou no sentido contrário. Com as pessoas passando mais tempo em casa, esse foi um setor que viu seus números saltarem de um ano para outro com projeções ainda melhores para o presente e também para o futuro.

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Newzoo em 2020, 150 milhões de pessoas se renderam aos jogos, seja no celular, computador ou consoles, totalizando cerca de 2,7 bilhões de jogadores espalhados pelo globo. Essa grande fatia de pessoas pode gerar uma movimentação financeira de aproximadamente 159 bilhões de dólares. Em 2019 o Brasil já aparecia como o 13º maior mercado de games do mundo e maior da América Latina, podendo movimentar cerca de US$1,5 bilhão de dólares. Outro número que chama bastante atenção está relacionado ao consumo de streaming de jogos online, feitos em plataforma como a Twitch e Facebook Gaming, por exemplo. Somente durante a transmissão de um jogo do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL), cerca de 336 mil espectadores simultâneos estavam presentes.

Esses números fizeram com que empresas de investimento passassem a olhar para o mercado com outros olhos. Segundo um levantamento feito pela Exame, mais de 20 bilhões de dólares foram investidos em startups de jogos. Além disso, empresas de times já bastante conhecidos como Flamengo, Santos e Cruzeiro, entraram de cabeça nesse setor criando seus próprios times de esportes eletrônicos (e-sports).

Só no Brasil, o público consumidor de games chega a 84 milhões de usuários, números de um levantamento feito pela Comscore. Esse estudo mostra ainda que desse total cerca de 64,5 milhões utilizam apenas dispositivos móveis, 11,6 milhões preferem o desktop e 8,4 milhões jogam em multiplataformas. Vale ressaltar que o público de mobile gasta 8% mais tempo conectados ao seus games favoritos.

Se uma empresa pretende ingressar no mercado de games, é de extrema importância entender como o público consome as marcas nessas plataformas. Investir em pesquisa pode ser uma boa estratégia para que as ações sejam direcionadas para alcançar o público “gamer”, seja através de investimento em times de e-sports, patrocínios a eventos ou uma simples propaganda em jogos de celular ou plataformas de streaming. 

A hora de potencializar os resultados de seus projetos nesse segmento é agora! Conte com a ABMR pra isso.

UX e Pesquisa de mercado: o que você precisa saber

Você pode até achar que pesquisa e UX Design não se relacionam, porém há um grande e novo mercado que junta muito bem as duas vertentes a fim de entender preferências e comportamentos dos consumidores atualmente, direcionando esses dados e informações para criar uma experiência incrível para os usuários de produto, sistema ou serviço. 

Mas antes, o que é o UX Design, afinal? Ela é responsável por coletar informações e analisar dados para aprimorar a usabilidade de produtos ou serviços. O trabalho do UX Designer é encontrar as melhores soluções por meio de técnicas específicas. As pesquisas de experiência com usuários geram insights que determinam quais caminhos seguir até a sua ação de compra, identificando padrões e testando possibilidades antes da implementação.

No mundo da Pesquisa de Mercado, muitas organizações começaram a perceber a importância de conhecer mais a fundo os seus clientes como forma de potencializar a sua entrega de valor. Como resultado disso, acabam entregando uma experiência que faz mais sentido para a forma como seu público se comporta, o que gosta, o que não gosta, etc. Não é à toa que muitas dessas empresas hoje em dia trabalham com a função de UX design Research, que apesar de não ser ainda um cargo com funções muito claras, basicamente designa uma pessoa ou equipe para focar e conhecer os clientes e trazer essas informações para melhorar a sua experiência com o que está sendo oferecido.

Quais ferramentas e métodos estão sendo usados hoje para conduzir UX / EX em pesquisas de mercado? Não pense que esses profissionais trabalham apenas com NPS (net promoter score) ou pesquisas online, o seu trabalho vai bem além disso, utilizando técnicas e metodologias muito aplicadas em pesquisas de mercado convencionais, como entrevistas, grupos focais e cliente oculto, por exemplo, buscando entender o que o cliente quer, o que ele precisa, e testar se a solução desenhada realmente funciona para ele. 

E como possível Futuro do UX Design para o setor, nesse novo momento do mercado, empresas que estão mais alinhadas com o gosto dos seus clientes acabam tendo uma vantagem competitiva, visto é possível entender quais os pontos de melhoria, ter a disposição uma base dados que ajudam a tomar decisões mais acertadas, além do aumento da satisfação e participação do seu público na criação do seu produto.

Cenários pós-pandemia

Chegamos em 2021 ainda vivendo uma pandemia que parece não ter fim, mas os primeiros passos de recuperação já parecem estar surgindo com as primeiras doses da vacina. E nessa nova fase, volta o questionamento sobre o que podemos esperar para o pós-covid-19?

O Coronavírus nos fez mudar vários hábitos em diferentes aspectos do nosso dia a dia, no trabalho, lazer, relações, etc. Algumas dessas mudanças tendem a se manter na nova realidade que passaremos a viver, assim como afirma o biólogo Atila Iamarino “O mundo mudou, e aquele mundo (de antes do coronavírus) não existe mais. A nossa vida vai mudar muito daqui para a frente, e alguém que tenta manter o status quo de 2019 é alguém que ainda não aceitou essa nova realidade”.

No universo do trabalho, o que mais desponta como tendência não é mais o modelo de home-office, que apesar de ainda estar sendo bastante adotado pelas empresas, já mostrou algumas fraquezas e vem perdendo espaço para o trabalho híbrido, no qual o colaborador trabalha alguns dias em casa e outros presencialmente. Segundo uma pesquisa realizada pela Revelo, empresa que conecta organizações a profissionais em busca de oportunidades, 50% dos profissionais ainda preferem o home-office, enquanto os outros 50% já preferem o modelo híbrido.

A forma de consumir é outra realidade que passou por mudanças que devem permanecer. Para a Copenhagen Institute for Futures Studies o “menos é mais” irá fazer parte do hábito do consumidor daqui para a frente, não só por conta das dificuldades financeiras impostas pela pandemia, mas pela necessidade do consumidor de entender e focar no que é prioridade e no valor gerado.

Cuidados com saúde e bem estar também tendem a estar mais presentes, assim como a permanência do receio com aglomerações, portanto, estabelecimentos como restaurantes, bares e cafés poderão se beneficiar caso adotem estratégias que caminhem no sentido de evitar concentração de pessoas, como o distanciamento entres as pessoas e fácil acesso a itens de higiene.

Nesse momento é importante se antever e se adaptar às novas perspectivas que surgem no novo mundo, somente dessa forma é que as organizações conseguirão passar por esse momento com o mínimo de impactos negativos. 

Carnaval 2021 no Brasil cancelado: como empresas estão lidando

A data festiva mais aguardada do Brasileiro foi cancelada ou adiada de acordo com cada cidade do país por conta da pandemia. Mesmo com vacina sendo aplicada gradativamente nos grupos de risco, o Brasil pode demorar um pouco para atingir a mínima aderência necessária para eventos com aglomerações. Comemorar o evento está, por enquanto, sem previsão no momento.

Financeiramente falando, o carnaval no Brasil é uma data em os cidadãos mais investem na folia, seja pra curtir na própria cidade onde mora ou para viajar e curtir em outras regiões: para se ter uma base, a Prefeitura de São Paulo informou que apenas na cidade da capital mais populosa do País, em 2020, o evento movimentou cerca de R$2,75 bilhões na economia da cidade, atraindo 15 milhões de pessoas pra folia. 

Enquanto isso, cidades como Recife, no Nordeste, onde não haverá carnaval este ano, prevê uma perda de cerca de R$500 milhões de reais, segundo Fernando Castilho, do Portal JC Negócios. Movimentações essas essenciais para que a saúde econômica do país e de cada região se mantenha ativamente saudável, gerando empregos e oportunidades.

O atual desafio vem sendo o de driblar a crise econômica, principalmente para empreendedores que contam com períodos como esse para manterem seu negócio e vem enfrentando desafios para manter seus negócios funcionando desde o início da pandemia. 

Uma das saídas de grandes companhias, como nos segmentos de viagem e hotelaria, por exemplo, ainda segue entre vender pacotes para grupos de poucas pessoas ou promovendo oportunidades e promoções para o segundo semestre deste ano com condições de remarcação e cancelamento maleáveis. 

Enquanto isso, o setor de eventos segue se adaptando a realidade de lives, gratuitas ou pagas, e adiando também para o segundo semestre o sonho de realizar eventos presenciais de maior volume. Para os demais segmentos que direta e indiretamente também estão sendo afetados, o desafio do momento é promover, produto ou serviço, que estimulem as pessoas a não se aglomerar, encontrando formas de entretenimento em casa (ainda que essa experiência já não seja mais tão atrativa assim). Vale lembrar que o estímulo à venda pela internet segue sendo a maior pioneira para promover negócios atualmente.

Habilidades profissionais para 2021: o que você precisa saber

Com a chegada de um novo ano, muitos profissionais habitualmente se questionam: quais serão os novos desafios? A pandemia acelerou muitas mudanças que especialistas previam para o futuro, tanto para empresas como para os colaboradores. Ambos tiveram que se adaptar a novos modelos e rotinas de trabalho que tendem a se manter com o pós-pandemia.

A inclusão da tecnologia no dia a dia aumentou drasticamente devido a quarentena, permitindo que processos e trabalhos pudessem ser automatizados, assim como possibilitou que as pessoas pudessem exercer suas funções direto das suas casas, introduzindo a necessidade de desenvolver habilidades que serão importantes para todos os profissionais nos próximos anos.

Nesse novo cenário, habilidades como o autogerenciamento, criatividade, capacidade de resolver problemas, flexibilidade e inteligência emocional se tornaram muito importantes, pois qualificam os colaboradores para futuros desafios.

Aprofundaremos essas skills para você entender se precisa desenvolver alguma delas:

  1. Autogerenciamento – É a capacidade de organizar uma rotina para entregar tarefas, cumprir metas e objetivos, sem ter uma supervisão tão forte como em um trabalho presencial. Se organizar sem a necessidade de ameaças e punições.
  2. Criatividade – Conseguir desenvolver novos processos, resolver problemas de forma diferente são benefícios muito bem avaliados em profissionais criativos, portanto é importante expandir a sua base de conhecimento para que conexões diferentes e novas possibilidades possam surgir.
  3. Resolução de problemas – Não focar no problema, mas em como resolvê-los é uma habilidade importante, portanto, se aprofundar mais sobre o negócio da empresa e estudar bastante é um caminho interessante para desenvolver soluções que podem nem existir ainda.
  4. Flexibilidade – Vivemos um momento de constante mudanças, por conta disso ser flexível e conseguir se adaptar a novidades ganha importância, inclusive no cenário de tecnologia que está sempre em atualização.
  5. Inteligência emocional – Entender os sentimentos e saber lidar com eles, se torna um grande diferencial, fazendo os profissionais mais resilientes e tolerantes ao estresse.

Disto isso, é fundamental fazer uma autoanálise para entender quais capacidades ainda precisam ser trabalhadas para poder encarar o novo mercado de trabalho com mais fluidez.

 

5G e suas possibilidades

O próximo passo da evolução da internet está chegando com tudo através do 5G, a quinta geração da rede de internet móvel. Prometendo ser cerca de 50 a 100 vezes mais rápida que sua antecessora 4G, muitas possibilidades de negócio se tornarão possíveis e é importante se manter atualizado para sobreviver nessa nova realidade.  

A tendência que ganhará ainda mais força com essa nova tecnologia é o avanço da “Internet das coisas” que possibilitará maior conectividade entre os objetos, sendo possível, por exemplo, que a sua geladeira consiga programar a compra de itens que estão acabando. Os exemplos são inúmeros, como o desenvolvimento de sistema de segurança no trânsito e cirurgias remotas, feitas por robôs controlados por médicos que estão do outro lado do mundo.

Torna-se ainda mais real os carros autônomos que poderão evoluir com o 5G, visto que o tempo de latência será de 5ms (milissegundos) em comparação ao 4G que é de 30ms, fazendo que o tempo de resposta para evitar acidentes seja ainda menor, tema que os torna uma solução ainda tão polêmica. 

No Brasil, os estudos sobre a implementação da rede já estão bem avançados, mas devido a pandemia o leilão para a compra das novas frequências de telecomunicações foi adiada para 2021. O país inclusive fechou acordo com os Estado Unidos, que prevê investimentos de cerca de US$1 bilhão, para o desenvolvimento de negócios nas áreas de energia (nuclear, gás e óleo), infraestrutura, logística, mineração e telecomunicações, incluindo a estrutura da rede de internet móvel 5G, alvo de constantes disputas entre EUA e China.

Gostou das possibilidades que a rede 5G vai poder proporcionar? Que tal já pensar em como a sua organização poderá se beneficiar dessa evolução? Em pouquíssimo tempo as empresas que melhor se adaptarem à novidade terão uma enorme vantagem competitiva, afinal, terão muito mais oportunidades de negócios.

Quais os impactos das Eleições Americanas entre os negócios do Brasil e EUA?

Os EUA é uns dos principais parceiros comerciais do Brasil hoje, ficando atrás apenas da China. Num novo cenário político de uma das maiores potências globais, surge a dúvida de quais serão os impactos para as relações comerciais com o Brasil.

Na última década, a relação comercial entre ambos os países se manteve estável, dados da Balança Comercial mostram que foram comercializados entre R$50 e R$60 bilhões a cada ano durante esse período, tendo seu ápice em 2014, quando foi comercializado R$62 bilhões. Especialistas afirmam que independente do resultado das eleições, no curto prazo não deve haver muitos impactos na relação entre os parceiros comerciais, visto que esse fluxo é mais influenciado pela diversificação e competitividade na exportação do que na linha política em si. 

Antes de considerarmos os impactos que as eleições podem causar, é necessário que EUA consiga se recuperar da crise causada pela pandemia, para que assim, se tenha base para aumentar o número de negócios entre os países. Em 2020, de janeiro a setembro, os dois países comercializam apenas R$33,4 bilhões, 25% a menos que o mesmo período em 2019. Segundo a Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) a balança só foi tão baixa assim durante a crise internacional 2009. 

Abrão Neto, vice-presidente da Amcham Brasil, acredita que com a eleição de Joe Biden, temas ambientais e de direitos sociais devem ganhar muito mais relevância no mundo, inclusive no que concerne às pautas comerciais. Isto pode ser um ponto de atenção, visto que o Brasil enfrenta grande pressão de empresários e investidores estrangeiros na consolidação de políticas mais rígidas para mitigar os impactos ambientais causados pelo desmatamento, por exemplo.

Inteligência Artificial na Pesquisa de Mercado: fique por dentro!

Que estamos vivendo uma Revolução Tecnológica já é um fato. A cada dia, nos são apresentadas novidades que nos ajudam (e muito) no dia a dia. Dentro desse contexto, a inteligência artificial (AI), considerada um dos principais adventos da 4º Revolução Industrial, está cada vez mais presente na nossa rotina de Pesquisas: desde as URA, tecnologia utilizada dentro de sistemas de atendimento, incluindo nós aqui da ABMR, até mesmo a criação de robôs que conseguem se comunicar nas redes como nós humanos (BOTS). 

Aqui no Brasil, a Universidade de São Paulo em conjunto com a empresa IBM, estão abrindo um Centro de Pesquisa focado em desenvolver soluções utilizando a AI. O C4AI, abreviação do nome do Centro, tem como objetivo trabalhar em 5 principais frentes: 1. Ciclos produtivos no agronegócio; 2. Pesquisa sobre a costa marinha brasileira; 3. Novos métodos de diagnóstico; 4. Políticas Públicas; 5. Criação de banco de dados e treinamentos de sistema de diálogo em português. Podemos perceber que essa nova tendência está começando a permear áreas que antes não se imaginava, e isso nos traz perspectivas muito interessantes sobre a criação de soluções bem mais eficazes de Pesquisa em diversos aspectos como a saúde, o lazer e a ciência. 

Uma área que está se beneficiando bastante da utilização da AI são as Pesquisas de Mercado e Científicas, pois essas tecnologias auxiliam na análise em grande volume de dados qualitativos, ajudando a determinar se essas informações são significativas, ou não, para representar um grupo ou população. Antes era possível entender que havia um sentimento em relação a um produto, serviço, problema etc. Com a utilização da IA, somos capazes de entender as motivações por trás dos sentimentos com dados precisos e diga-se de passagem, bastante valiosos.

Essas inovações tendem a nos ajudar ainda mais num futuro muito próximo, pois há inúmeras formas de aplicar esta “nova tecnologia” em áreas que nos impactam direta ou indiretamente. Cabe às organizações começarem se adaptar, buscando inovações e descobrindo a melhor forma de aproveitar tendências que favoreçam o seu negócio e, principalmente, os resultados mais apurados para os projetos de clientes.

E você: já está preparado para fazer parte desta transformação?

A famigerada frase: “Bem vindo ao futuro” cada vez mais faz sentido.

Novas tendências de consumo com o Pós-pandemia

Os hábitos das pessoas mudaram drasticamente por conta da pandemia, fazendo com que precisássemos nos adequar a uma série de restrições. Quando se fala na forma de consumir produtos e serviços não foi diferente. Os mais diversos segmentos tiveram que se adaptar por um longo período por conta da pandemia a ponto de mudanças temporárias se tornarem efetivas. Por isso, neste atual momento começa a surgir o questionamento: quais a novas tendências de consumo com o pós-pandemia?

No Brasil, como já dito aqui no blog, o primeiro grande padrão percebido foi a queda no número de vendas presenciais e o crescimento de 56,8% no faturamento de vendas por e-commerce, dado do Movimento Compre&Confie em parceria com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Esta é uma tendência que deve se manter para o futuro, visto que vários setores já se adaptaram para atender seus clientes de forma remota, como é o caso da educação, com transmissão de aulas ao vivo, o lazer, através lives de artistas, e também, o home office, modelo de trabalho em casa que veio para ficar. 

Outra importante tendência a se levar em conta é o consumo responsável e consciente, já que fatores como o financeiro fizeram com que as prioridades mudassem, colocando itens de necessidades básicas a frente e só depois, considerassem compras mais supérfluas, seguido do consumo sustentável, colocando à tona a relação de consumo responsável com sustentabilidade ambiental. Estes são apenas alguns dos pontos que fizeram dos consumidores ainda mais críticos na hora de adquirir um produto ou serviço. Para Corazza, professor da IBE conveniada à FGV, a marca que consegue escutar os problemas do seu consumidor e resolvê-los, consegue torná-los embaixadores fiéis.

Somado a isso, há outras tendências que valem a pena ter no radar:

 

  • E-commerces e comunicação digital continuam crescendo: se você faz parte, busque sempre melhorar suas estratégias. Se não faz, questione-se sobre o porquê. Uma oportunidade de alavancar o seu negócio pode estar sendo perdida.
  • Marca com propósito. Qual a sua? Não importa o seu segmento ou o que você faz. O propósito alinhado da sua marca, pode manter clientes e conquistar novos, e a pandemia reforçou isso.
  • Nem sempre é sobre preço. Valor e preço são termos parecidos, mas com propostas completamente diferentes. O preço importa, mas o valor de uma marca e o que ela faz para o mundo também tem igual ou maior relevância e clientes abraçam isto.

 

Nesse momento, é imprescindível para qualquer organização entender o perfil dos seus clientes e conseguir se adaptar às mudanças de mercado. Parece básico, mas isto pode ser o diferencial entre estagnar, ou mesmo perder chances de venda, e conseguir crescer o seu negócio de forma exponencial. Portanto, estude seu mercado, seus clientes e trace a melhor 

estratégia para conseguir atender às novas demandas dos consumidores. Afinal, cada cliente é único e principal responsável por manter o fluxo do seu negócio ativo.

Quer conhecer mais sobre clientes do seu projeto, principalmente no Brasil e na América Latina? Fale com a gente. Temos as ferramentas certas para catalisar as suas estratégias.

 

Covid-19: Brasileiros Pagariam por vacina?

Nesse momento, o mundo está numa verdadeira corrida para a produção da vacina contra o Coronavírus. Diversas são a frentes que estão realizando estudos e testes para que esse objetivo seja alcançado com segurança. Como exemplo, temos a vacina desenvolvida pela a universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Além dessa, outra também já está em fase final de teste, a vacina chinesa Sinovack Biotec que conta com a ajuda do instituto Butantan no Brasil. 

Segundo pesquisas, podemos dizer que estamos relativamente próximos da produção de uma vacina segura. O Instituto Ipsos realizou o estudo “Global Attitudes on a COVID-19 Vaccine”, com 27 países para o Fórum econômico mundial. Esse trabalho mostrou que a média global de pessoas que estariam dispostas a se imunizar é de 74%. O Brasil se posicionou nesse ranking em 2º lugar, junto com a Austrália, países nos quais 88% da população se mostrou disposta a tomar a vacina contra o Coronavírus.

A HSR Health também realizou uma pesquisa no Brasil, buscando entender o comportamento da população em relação da distribuição da imunização. Ao todo, foram entrevistadas 1509 pessoas, de todos os estados na faixa etária de 18 a 65 anos. O estudo mostrou que 67% preferem esperar o cronograma de vacinação do SUS (Sistema Único de Saúde – serviço público e gratuito no Brasil) e apenas 33% buscaria o acesso imediato em uma rede privada. Porém, em paralelo, apenas 38% dos entrevistados, acreditam que o SUS esteja preparado para atender a toda população, enquanto 64% enxergam as clínicas privadas como mais capazes. 

Mas temos a pergunta: o brasileiro pagaria por uma vacina contra a COVID-19? Essa mesma pesquisa mostra que sim! 80% da população não descarta a ideia de pagar entre R$50 a R$99 pela imunização. Dado muito interessante para cogitar desde já frentes de acesso e consumo. Todavia, para Bruno Mattos, diretor da HSR Health, por questão de hábito a procura por acesso à vacina no SUS, seria de 2/3 da população e apenas cerca de 33% de fato pagariam. Ainda assim, é de grande valia considerarmos a porcentagem de possíveis consumidores pagantes da vacina. Uma parcela significativa de mercado consumidor, neste momento, pode ser grande valia na hora de efetivar campanhas de promoção ao medicamento no país. 

Quando se trata em pesquisa no Brasil, sabia que nós da ABMR somos expert no segmento de pesquisas em Saúde? Mais de 50% de nossa carteira de clientes hoje são desse segmento. Isso significa que precisão de resultados, como conhecer no detalhe quem e onde estão os possíveis mercados consumidores no Brasil é uma realidade possível e tangível para nós. Por isso, se o seu projeto é nesta área, fale com a gente clicando aqui

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